sábado, outubro 22, 2005

O peso da conotação esmagadora dos tempos idos, desaparecidos num recôndito suspiro de pouco alívio. O peso da conotação suada de quando a toda a energia se esgotou o empurrar as muralhas do castelo invisível, para de desidratadas ideias e convicções se reter a exaustão num desistente tornado de paralisia. O peso da conotação mórbida dos passos mudos, ocos, desistentes, pelos fantasmagóricos corredores. Passos pesados de morte sem conotação.